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A Sua Bênção, Madrinha Minha

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Certa vez, Maria das Graças, a madrinha minha, passou uma temporada em minha casa. Três meses, se tanto. Não me recordo de alegria maior, JU-RO. Era o amor residindo lá em casa. Guardo as melhores lembranças deste período. Aí… A vida seguiu. E, a madrinha minha tornou-se mãe e depois avó. Aí… Os loucos tempos modernos não promoveram a arte do encontro. Porém, a última vez que me vi refletido naquele carinhoso olhar, um mar de ternura invadiu-me. Disse quase tudo que precisava ser dito. Não falei o resto porque não achei palavra que expressasse o amor ‘prá lá de maior de gigante’ que sinto por ela. Aí… Vi aflorar diante de minha gratidão o sorriso… ‘Iguaizin’ como d’antes. Por fim Ó: Me veio u’a nostalgia ‘dãnada’… “Tempo bão/ Não volta mais”.

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3 comentários sobre “A Sua Bênção, Madrinha Minha

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